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Firefox 3 é o número 1 na Europa e 3º no Brasil

September 2nd, 2009

Apesar do Internet Explorer 7 ainda ser o navegador mais usado em todo mundo, com 38,6% da preferência dos navegantes, na Europa a coisa é um pouco mais difícil para o browser da Microsoft. Pela primeira vez, a audiência do Mozilla Firefox 3.0 ultrapassou a do IE7 no velho continente, e foi usado por 35,09% das pessoas conectadas, contra 34,51% de seu rival. Os dados são da StatCounter.

Até hoje, o único continente em que o programa da raposa era dominante era a Antartida, presente em 100% dos computadores (mas lá não conta, certo?).

Já entre os brasileiros, o IE7 continua sendo o navegador mais popular, com 39,08% da preferência, seguido pelo velhote IE6, que ainda é levado em consideração por 26,05% dos navegantes. O Firefox 3 aparece colado da terceira colocação, com 25,35% de popularidade.

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Google vai desafiar Amazon em e-books

August 2nd, 2009

Google vai desafiar Amazon em e-books

O Google se prepara para entrar no mercado de e-books, desafiando a gigante do comércio eletrônico Amazon, segundo o New York Times.

Durante a convenção BookExpo, em Nova York, o Google sinalizou que pretende iniciar um programa para oferecer livros eletrônicos, entrando em um mercado que a Amazon vem explorando com seu popular leitor Kindle.

O gigante das buscas deve atrair principalmente editoras que discordam da política de preços da Amazon.

A loja cobra US$ 9,99 pela maior parte dos best selles que vende em sua loja eletrônica, valor bem inferior aos US$ 26 cobrados pelos mesmos títulos no mundo físico.

O programa de venda de e-books deve ser separado da iniciativa de digitalização de livros que o Google mantém há alguns anos. Por meio desse projeto, o Google já disponibilizou mais de 1,5 milhão de títulos em domínio público para leitura em celulares e no Sony Reader.

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Casa de chefão do Google é apagada no Street View

August 2nd, 2009

Às vezes, o Google Street View inevitavelmente flagra alguma cena mais ou menos curiosa ou inapropriada, como pessoas com armas ou travando épicas lutas de espadas em seus quintais. Na Inglaterra, o serviço chegou causandopolêmica , já que as primeiras imagens, capturadas no dia de São Patrício, mostravam pessoas bêbadas vomitando nas ruas, que logo foram apagadas do site.

Mas outras imagens foram apagadas do Street View inglês. Está “faltando” do site, por exemplo, a casa de Dennis Woodside, chefão do Google no Reino Unido, localizada em West London, uma das áreas mais nobres da cidade.

A desculpa é que a residência fica numa estrada privada, o que impossibilitaria a captação das imagens, feitas por carros (geralmente modelos econômicos e com baixos índices de emissão de poluentes) com câmeras especiais no teto.

Ainda assim, fica uma pulga atrás da orelha. Será qu

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Celular com câmera de 12 megapixels chega este mês às lojas da Europa

August 2nd, 2009

A Samsung Electronics lançou nesta segunda-feira (01) seu celular com câmera de 12 megapixels e tela sensível ao toque de 3,1 polegadas. O novo modelo faz parte da onda de celulares com câmeras de alta resolução que vem abalando fortemente a indústria de câmeras digitais nos últimos anos.

Foto: Divulgação

Com o nome de Pixon 12, o novo modelo da Samsung estará disponível para venda na Europa no final deste mês, enquanto nos demais continentes chegará a partir de agosto. O preço do aparelho, no entanto, ainda não foi divulgado.

Com isso, a Samsung sai na frente da concorrente Sony Ericsson, que vem trabalhando em um modelo com câmera de 12 megapixels desde fevereiro, mas o venderá apenas no quarto trimestre.

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Posts no Twitter viram livro

August 2nd, 2009

Ainda que o Twitter já tenha sido palco de concursos literários como o 140 Letras, o editor inglês James Bridle resolveu ir um pouco mais além: reuniu todos seus posts no Twitter entre fevereiro de 2007 e 2009  e publicou o livro “My Life in Tweets” (Minha vida em tweets, numa tradução freestyle). Para deixar claro que se for o caso daqui um tempo ele fará uma segunda edição, o título vem acompanhado de um providencial “Volume 1″.

No post em que apresenta sua obra, Bridle afirma que “cedo ou tarde alguém iria fazer isso, e acredito que sou o primeiro”, e explica: “quando o Twitter for substituído por alguma outra coisa, eu não quero perder todos esses posts casuais, fatos e respostas”.

E encerra com uma brincadeira: “Sim, eu posso fazer um livro com todos os seus tweets. Para isso, basta você me perguntar de maneira gentil e me pagar um monte de dinheiro”. Alguém topa? Responda nos comentários!

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Fora da Terra: Google Street View fotografa ovnis

August 2nd, 2009

Caro leitor, o primeiro de abril não chegou mais cedo no Gigablog. Imagens feitas pelos carros do Google Street View mostram que há algo de estranho nos céus britânicos, como provam essas fotos tiradas na rua Wolverley, nos subúrbios de Londres.

Nove objetos redondos e prateados podem ser vistos voando em formação, e, pela foto, é possível notar que estavam chamando a atenção das pessoas na rua – principalmente das paradas no ponto de ônibus.

Para quem duvida, é só clicar aqui e ver no Google Maps

A foto foi tirada no ano passado e ninguém sabe ao certo o que podem ser. Mas antes de saí por aí comprando comida enlatada, armas e munição, é bom não esquecer que o Google adora pregar peças de dia da mentira em seus usuários.

E você, o que acha? Use sua imaginação e deixe sua teoria nos comentários.

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Marido mata esposa por ciúme do Playstation

August 2nd, 2009

Como todas as coisas, alguns relacionamentos vão perdendo o encanto com o passar dos anos, mas poucos casos de assemelham à triste história do casal inglês Malcoln Palmer e Carol Cannon. Depois de 30 anos de casados, o relacionamento deles não sobreviveu (literalmente) a um simples Playstation.

Comprado de presente para seu filho James, de 10 anos, logo o videogame se tornou o principal passatempo de Carol, que não dava mais atenção para seu esposo e normalmente passava madrugadas jogando na TV de 37 polegadas instalada no quarto do casal, enquanto seu marido dormia no sofá.

Tomado pelo ciúmes e convencido que sua esposa tinha um amante, Malcoln a atacou a facadas na frente de seu filho, que ligou para polícia.

Diante da corte, seu advogado, Timothy Spencer, afirmou que “a gênese dessa tragédia bizarra começou com a compra do videogame”.

Será mesmo? De qualquer maneira, a sentença de Malcoln, que de declarou culpado da acusão de homicídio, deve sair nessa quarta-feira e ele certamente irá sentir falta do tempo que podia dormir em seu sofá, no conforto de sua casa.

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Foto do Google Street View separa casal

August 2nd, 2009

SÃO PAULO – O tablóide britânico The Sun publicou hoje (31) que uma foto do Google Street View foi responsável pelo divórcio de um casal.

Um empresário casado de Londres que se dizia fora da cidade por motivos profissionais teve o carro flagrado na frente da casa de outra mulher por meio do software. Quem descobriu foi a própria esposa do homem, que espiava a região da residência de uma amiga.

A Range Rover estava estacionada em uma das vagas do lar da suposta amante e detalhes de pequenos acessórios eram visíveis na imagem, que permite a exploração em 360 graus. A publicação afirma que a esposa já acionou a justiça em busca da separação.

Apesar do Google apagar dados confidenciais, como placas de carro e rostos, muitos usuários britânicos estão reclamando da invasão de privacidade que o serviço proporciona.

Inaugurado no dia 20 de março no Reino Unido, o recurso que mostra mapas com fotos panorâmicas das ruas teve uma série de fotos apagada por 25 cidades em menos de uma semana no ar.

Relatos de usuários ingleses dizem que interiores de detenções policiais, lares e situações constrangedoras como um homem saindo do Sex Shop também se tornaram públicos pelo Street View.

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Windows 7 deverá ter preço similar ao Vista

August 1st, 2009

A Microsoft anunciou que o Windows 7, com previsão de lançamento para breve, terá o mesmo preço do Windows Vista. O preço exato, porém, ainda não foi divulgado pela companhia.

A empresa também afirmou que os usuários brasileiros do XP e Vista  poderão realizar upgrade, mas esta opção só deve ser disponibilizada a médio ou longo prazo, depois do lançamento.

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Afghan Strategy: US Troops Walk Fine Line Between Soldier And Sociologist

July 28th, 2009

With elections in Afghanistan just one month away, the United States has ramped up its commitment to securing the country in the hope that a stronger military presence will reduce Taliban threats and increase voter turnout in villages subject to intimidation from insurgents.

About 57,000 of the promised 68,000 US troops have arrived in Afghanistan as part of President Obama’s civilian-oriented campaign that seeks to provide better training for Afghan security forces and more effective support for economic and political development.

At the heart of the new strategy are the 4,000 US Marines participating in Operation Khanjar. The mission made headlines after a series of air and ground assaults July 2 helped drive the Taliban out of three districts in southern Helmand province, a Taliban stronghold known to produce around half of the world’s opium.

But tactical operations that combine combat with efforts to win hearts and minds take a toll on those involved. Asking US Marines to capture or kill insurgents is one thing. Asking them to build roads, mix with tribal leaders and train the Afghan army is another. Expecting these same troops to do both–shake hands with some Afghans and point guns at others, reconcile with militants but also not empower the enemy–is like asking them to be hunters and humanists, soldiers and sociologists.

Before the latest batch of troops deployed for Helmand I visited the North Carolina base where they were training. I met many of the men from battalion 2/8, which makes up a portion of Operation Khanjar. They all had stories to tell about previous deployments, thoughts on their upcoming mission and wishes to get the job done so they could return to their families. But the Marine whose story left the deepest impression was Sergeant Joe Buompastore’s.

Buompastore is part of 1/6, a battalion that returned from southern Helmand last October. When I entered Alpha Company headquarters, the 24-year-old Marine removed his hat and reached out a thick, freckled hand. Buompastore seemed chipper and polite, asking me to call him Joe, but respectfully referring to me as ma’am, despite our minor age difference.

A handful of men from 1/6 bustled around metal desks filling out obligatory paperwork or staring at computer screens backed by images of smiling babies or leggy brunettes. Buompastore suggested we go outside to a grass yard where men gathered to drink coffee and smoke cigarettes. (One-third of active-duty military personnel smoke, according to a US-government commission report by the Institute of Medicine (http://www.iom.edu/CMS/3793/53812.aspx), which found that this addiction can harm “operational readiness.”)

Distant riffle fire punctuated a conversation in which Buompastore shared his knack for cooking spicy sausage and his love of Thai food – mango chicken “is the money.”

We talked for nearly half an hour before he mentioned Afghanistan. “We used to tramp through poppy fields until our boots would turn black from the tar,” he said.

During Buompastore’s first two months in Helmand his 11-man squad moved for days in temperatures that shot up to 125 degrees. They carried all their gear – around 150 pounds of ammo, protective wear, and weapons – taking breaks to change socks and ease their backs from their burdens.

In May 2008, during a routine patrol, insurgents ambushed Buompastore’s squad, forcing him to call for assistance. The ensuing firefight left a member of the other squad dead and led to the discovery of a cache of rocket-propelled grenades. The battle was intense, but Buompastore’s telling of it sounds mechanical, as though he talking about last night’s dinner.

“One of the Taliban stuck an AK47 out of the wall, took a couple pop shots and hit one of the guys – a sniper from weapon’s company.” Buompastore’s description of the battle is heavy with military-speak – words like FOB (forward operating base), suppression, heilo – and light on emotional detail. He glosses over what happened to the injured Marine, out of respect for his family, and it is only when I ask that Buompastore mutters a response. “Nah, he didn’t make it. He was gone there, right on the spot.”

The death left a dent in the young sergeant’s morale, as did the extension of his Afghan deployment. Low morale, repeat deployments and the complex and confusing nature of the war in Afghanistan are the main causes of recent increases in mental-health problems among active-duty military and veterans, according to a study by researchers at the San Francisco Department of Veterans Affairs Medical Center. Of the nearly 300,000 Iraq and Afghanistan veterans surveyed, 37 percent were diagnosed with mental health disorders, 22 percent of which were due to posttraumatic stress (PTSD). The study also found that mental health problems increased the longer veterans were out of the service.

Buompastore has now been back from Afghanistan for nine months, the same amount of time he served there, but he continues his struggle to find some sense of normalcy among continuing deployments and troops who were overextended.

Most of the Marines I spoke with at the base said they understood the need to reach out to the Afghan population. Top commanders parroted President Obama’s new strategy.

But the civilian-oriented approach has its flaws. Teaching men the culture and language of the country where they’ll be fighting is vital. Expecting rapid and dramatic change from such efforts adds to the weight bearing down on US troops.

Already military personnel must decide within a moment whether to capture or kill the people who confront them. They continuously struggle to adjust to conditions in a country where the lack of infrastructure and large number of rudimentary settlements makes the setting seem an ancient backwater. And then they return wondering why they didn’t get it, how they could have assessed the situation differently or filled with doubt for pointing their guns at the wrong people.

Afghanistan is not Iraq, but neither is it the “good war” analysts long considered it. With US troops going deeper into Taliban territory, the confusion will grow stronger and the line between soldier and sociologist even thinner.

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